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O teto foi rebaixado e recebeu mangueiras luminosas, o que potencializou a iluminação noturna |
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A ordem era integrar! Por isso, as paredes foram demolidas e só restaram as vigas de sustentação |
Foi o preço convidativo do imóvel que despertou o interesse da arquiteta Karina Fontana em mudar de ares. Ela sabia que algumas alterações estruturais e uma iluminação bem distribuída tornariam o apartamento mais claro e arejado. "No Brasil ainda existe preconceito em relação a esse tipo de moradia", comenta a arquiteta, que já morou em um subsolo fora do país e assumiu o desafio de fazer um projeto aconchegante e acessível por aqui também. Para afastar a ideia de que esse tipo de residência é escura e abafada, Karina tirou partido da iluminação: apostou em rebaixos de gesso, dicroicas dimerizadas, mangueiras luminosas e janelões, que se abrem para um jardim. Depois de tudo pronto, os planos da arquiteta mudaram e o apê foi vendido à Daniela, a atual moradora, que só precisou entrar com a mudança.
PLANO |
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"Já que iria morar só, queria que o apartamento tivesse a minha cara. Como gosto de receber os amigos, integrei a cozinha com a sala, para que pudesse ficar mais próxima das pessoas ou simplesmente assistir TV enquanto cozinho", explica a arquiteta Karina fontana. Os dormitórios viraram duas espaçosas suítes, com acesso por portas de correr que permitem ou restringem a integração com a sala. os acabamentos também foram trocados, para conferir amplitude e um visual mais moderno - o granilite branco e forro de gesso estão presentes em toda a extensão do apartamento. |
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PROBLEMA |
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"O contrapiso foi o que mais deu trabalho. Tivemos de tirar cerca de 2 cm de taco, remover 5 cm de concreto e refazê-lo. só assim o granilite pôde ser aplicado, pois a antiga superfície não aceitava o revestimento", conta Karina. O jardim, que é o diferencial do apartamento, pertence ao prédio, embora os outros moradores não tenham acesso. "Pensei em colocar uma porta de passagem, mas seria necessária uma reunião de condomínio para a aprovação do projeto, pois restringiria o uso a um morador", explica daniela. Parece papel de parede, mas é pintura. As listras, produzidas com tinta acrílica nas cores preto, branco e cinza, foram feitas com o auxílio de fi ta crepe |