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A caixa de gesso (550 x 13 x 13 cm) instalada na laje recebeu spots com dicroicas de 12 V e 50 W |
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Privilégio: a ampla janela de vidro atrás do sofá oferece acesso aos frutos do pé de pitanga do prédio |
É possível ter luxo gastando pouco? A arquiteta Rose Vovciuc, do escritório Engecor Engenharia, tem certeza que sim. O apartamento de 100 m² da família paulistana estava bastante deteriorado. Mas o charme do prédio da década de 60, com seus três pavimentos (sem elevador), e a ótima localização fizeram com que os proprietários encarassem o desafio de repaginá-lo. Foi preciso conciliar as intervenções previstas com a rotina dos moradores. Assim, a profissional investiu em mudanças precisas que evitassem excesso de sujeira, barulho e odores. Praticidade, economia e sofisticação garantidas!
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O carpete sintético agulhado (Inylbra) custa R$ 8 o m². Para instalá-lo, o colocador cobrou R$ 4,50 por m² |
Intervenções cirúrgicas
Elementos simples e baratos sustentaram a "dobradinha" luxo com economia. A iluminação teve boa influência nessa conquista. A caixa de gesso criou um trilho de focos direcionados, dando charme à sala. E arandelas instaladas nas paredes laterais clareiam de maneira discreta. Ambos os recursos evitaram o uso de rebaixamento do teto. Dessa forma, a solução não comprometeu o pé-direito de 2,70 m, nem causou a quebra de estruturas - o que poderia trazer transtornos e ainda causar a sensação de pouca amplitude.
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Aposte!
Em vez de destruição, pintura. A faixa de pedras, antes "pesada", ganhou suavidade depois de receber tinta acrílica fosca branca